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memória botox

“Há uma febre de aplicativos para tridimensionalizar, colorizar, animar fotos antigas e dar “vida” ao passado. DeOldify, Loopsie e Deep Nostalgia são alguns deles. Todos funcionam bem. Rápidos e fáceis de usar, revelam um meticuloso trabalho com inteligência artificial. Acontece, porém, que a história tratada como gadget é um problema. Os resultados a que se pode chegar com cada um desses aplicativos são sempre muito parecidos. Em consequência, vemo-nos diante de um conjunto de passados fictícios e muito semelhantes: felizes e “liberados” dos supostos defeitos do tempo. Melhorias de qualidade apagam dobras, manchas de idade, enquanto colorizações retrospectivas atribuem a tudo e a todos um mundo que oscila entre cores pastel e tons outonais.”

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memória botox

A autora propõe, nos seis ensaios deste novíssimo livro, uma reflexão sobre o estatuto da imagem no mundo contemporâneo. Desde o surgimento da fotografia,  e depois do cinema, que o universo das imagens técnicas não conhecia um processo de transformação tão radical quanto o do nosso tempo. As imagens tornaram-se as principais interfaces de mediação do cotidiano, ocupando a comunicação, as relações afetivas, a infraestrutura, as estéticas da vigilância e os sistemas de escaneamento dos corpos na cidade. Ao falar em políticas da imagem, ela defende que as imagens são, para além de lugar da transmissão de ideias e linguagens, o próprio campo das tensões e disputas políticas da atualidade.

Beiguelman associa a invenção e distribuição massiva de smartphones a um novo regime de vigilância, não mais instituído pelo Estado, mas resultado da captação sistemática de dados pessoais, oferecidos deliberadamente pelos usuários às plataformas de mídias sociais – a dadosfera. A incontável produção de imagens nos feeds e stories de redes sociais, câmaras de vigilância e registros oficiais configuram, segundo ela, uma nova estética da vigilância.

Imagem digital, selfies, memes, aplicativos de envelhecimento da imagem, waze e google maps, vídeos deep fakes, escaneamento corporal, a internet das coisas, máquinas de reconhecimento facial, inteligência artificial, projeções de protesto em empenas nas cidades, censura digital, todas essas novidades do mundo contemporâneo são analisadas por Giselle Beiguelman para descrever (e ao mesmo guiar o leitor a reconhecer no mundo a sua volta) o papel da imagem nas relações sociais hoje.

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